Silcon Ambiental participa de evento inédito sobre Tratamento de Resíduos de Serviços de Saúde promovido na USP pela Ambiental Mercantil

No dia 17 de maio, sexta-feira, o Consultor da Silcon, Odair Segantini, participará do I Fórum Ambiental Mercantil sobre Tratamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), que acontecerá na Escola Politécnica da USP.

O evento gratuito, que contará com as presenças de governo, instituições de classe, universidades, empresas de coleta e transportes de resíduos de saúde e profissionais da área de saúde, será uma oportunidade para troca de conhecimentos diretamente com especialistas e tomadores de decisão do mercado.

Além do representante da Silcon, nomes importantes do setor estarão na abertura e/ou serão palestrantes e debatedores, tais como Patrícia Faga Iglecias Lemos, Diretora- Presidente da CETESB; Soninha Francine, segundo mandato como vereadora de São Paulo e Integrante da Comissão Extraordinária do Meio Ambiente da Câmara Municipal de São Paulo; Patrícia de Souza Medeiros Barbosa, Química da CETESB, com experiência em tratamento de resíduos sólidos industriais e urbanos; Roseane M. Lopes de Souza, Diretora da ABES São Paulo e Coordenadora das Câmaras Técnicas de Resíduos Sólidos e de Saúde Pública; Prof. Patricia de Araújo, Biomédica com MBA em Gestão e Tecnologias Ambientais e Gestão de Resíduos Sólidos Poli-USP, que foi responsável pelo setor comercial da UTR e possui experiência nos Estados Unidos (St. Mary´s Hospital e Departamento de Saúde Pública de San Francisco); Tamiris Gonçalves Souza, Coordenadora de RSS na AMLURB; e Delaine Romano, designer formada em comunicação visual pela Fundação Armando Álvares Penteado, com MBA em Gestão de Resíduos Sólidos pela Escola Politécnica da USP e extensão na área de Gestão – Responsabilidade Social e Terceiro Setor pela Fundação Instituto de Administração da USP. Na organização e apoio na moderação estará Betina G. Rodrigues Alves, PHD em Meio-ambiente pela USP, diretora de eventos da Ambiental Mercantil.

Segundo Odair, a importância deste evento é primordial pois será a primeira vez que o Brasil terá um encontro com tantos profissionais especializados para se debater o tema do Tratamento de Resíduos do Serviço de Saúde do Grupo B. Segundo ele, a Silcon possui expertise, capacidade para avaliar e tratar o tema e esta será uma excelente oportunidade de divulgar tudo o que vem sendo realizado ao longo destes anos de experiência. “Este é o primeiro evento que debaterá sobre Tratamento de Resíduos do Serviço de Saúde do Grupo B e poder não só estar com técnicos e especialistas debatendo um assunto de extrema importância, mas também poder apresentar a capacidade da Silcon, que é a empresa pioneira a possuir os requisitos legais para esses tratamentos químicos. É uma honra e uma felicidade para mim fazer parte deste seleto time de profissionais, que debaterá um tema tão relevante”, diz Odair. “Além do tema ser algo inédito em um debate no país, o formato do evento também será pioneiro. A Simone Horvatin – Diretora Executiva de Novos Mercados, Marketing e Eventos Internacionais da Ambiental Mercantil, sediada em Munique (Alemanha), está trazendo um novo tipo de Fórum para o Brasil, no formato das últimas discussões que acontecem mundo afora. Tenho certeza que será um sucesso!”, finaliza.

Para saber mais e como participar do I Fórum Ambiental Mercantil sobre Tratamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), acesse

https://eventos.ambientalmercantil.com/agenda-20…/forum-rss/

Shopping em SP cria horta a partir de resíduos da praça de alimentação

O projeto teve início em março deste ano

Localizado no coração da cidade de São Paulo, na Avenida Paulista, o Shopping Pátio Paulista inaugurou, em março, sua própria horta urbana. A iniciativa contou com o apoio dos funcionários do estabelecimento comercial.

Na ocasião, foi feito o plantio de 174 mudas de temperos, hortaliças e vegetais, utilizando, para isso, 180 kg de compostos orgânicos produzidos a partir de resíduos da praça de alimentação.

“Esse foi um evento marcante, pois trata-se do pontapé inicial para que o centro de compras trilhe um caminho sustentável em sua história. Foi um momento incrível de interação da nossa equipe com a natureza e será ainda melhor no próximo mês, quando fizermos a primeira colheita”, explica Claudia Lima, gerente de Marketing do Shopping Pátio Paulista.

Outras ações

Em 2016, o shopping inaugurou uma estação de recarga pública para carros elétricos. E no início de 2019 inaugurou um bicicletário com 62 vagas. Um ponto interessante é que no espaço também foram instalados carregadores para bicicletas elétricas.

A Silcon Ambiental não só parabeniza o Shopping Pátio Paulista pela iniciativa, mas sugere aos que forem ou estiverem em São Paulo uma visita nesta nova área verde da cidade. Temos o slogan “Investindo no presente, cuidamos do futuro” e são iniciativas como essas que ajudarão a reforçar uma consciência ecológica, principalmente nas novas gerações, em prol de um futuro melhor.

 

Link para a notícia:

https://ciclovivo.com.br/inovacao/inspiracao/shopping-sp-horta-residuos/

Curso online sobre lixo marinho está disponível gratuitamente

A capacitação está disponível em português

A ONU Meio Ambiente, em cooperação com a Universidade Aberta da Holanda, começa nesta segunda (29 de abril) a terceira edição de um curso online e gratuito sobre lixo marinho. A formação gratuita foi criada para estimular lideranças e oferecer oportunidades de aprendizagem que promovam ações em prol da saúde dos oceanos. A capacitação está disponível em português.

O problema

A poluição marinha é um problema que afeta todos os oceanos. O lixo é uma questão ambiental, humana, socioeconômica e de saúde, reflexo de uma sociedade com altos índices de desperdício. Com o crescimento mundial do volume de resíduos sólidos descartados todos os dias e devido às baixas taxas de degradação, o montante de lixo presente nos mares só aumenta.

A formação

O Curso Online Aberto e Massivo (Massive Open Online Course – MOOC) sobre Lixo Marinho busca inspirar atitudes no combate à poluição marinha. A formação traz uma aprendizagem orientada para ações, explicando aos participantes como é possível realizar atividades bem-sucedidas em seu próprio contexto, independentemente da sua profissão ou região. O curso apresentará diferentes ferramentas para combater a poluição marinha.

Público e programação

A iniciativa é voltada tanto para profissionais e gestores quanto para estudantes e interessados. O treinamento está dividido em duas “trilhas”. A “Trilha da Liderança” oferece dez horas de conteúdo introdutório à temática, com estratégias para prevenir e reduzir a poluição marinha – é indicada para iniciantes e pessoas que queiram integrar a temática ao seu campo de atuação ou fortalecer sua liderança. Para quem quiser aprofundar conhecimentos, a “Trilha da Expertise” oferece 30 horas adicionais – em inglês ou espanhol – e exige um relatório final para a conclusão do curso.

Como se inscrever

As inscrições ainda estão abertas e as aulas têm início hoje (29). O link para inscrição — www.bit.ly/MOOC2019_Português — abre uma página da Universidade Aberta, que apresenta o MOOC em inglês, mas fornece as informações básicas em português. O interessado deverá clicar no botão azul em que se lê “MATRICULAR EM MLMOOCPT18” e será direcionado a um formulário (em português) para criar uma conta na Universidade Aberta. Após o recebimento da confirmação da conta por e-mail, o interessado retorna ao site da Universidade Aberta, faz seu login e, então, inscreve-se no MOOC Lixo Marinho clicando no botão indicado.

Em caso de dificuldade, entrem em contato com a ONU Meio Ambiente por meio do endereço eletrônico: mareslimpos@gmail.com

O lixo marinho é uma grande preocupação para a sobrevivência do ecossistema. Em vez do descarte correto de resíduos, tema que a Silcon Ambiental possui amplo know-how, com mais de 20 anos de experiências, oferecendo as mais diversas soluções de acordo com as necessidades, há uma eliminação errada, que causa não só problemas de lixo e entupimentos, mas também pode gerar doenças à população. Para saber mais como fazer um correto e eficaz Gerenciamento Global de Resíduos, consulte-nos!

Link para a notícia

https://ciclovivo.com.br/fique-ligado/cursos/curso-online-sobre-lixo-marinho-esta-disponivel-gratuitamente/

Dia Internacional da Terra: entenda como surgiu e porque devemos refletir sobre o futuro do planeta

Um vazamento de óleo nos EUA, em 1969, resultou em uma campanha mundial

Em 1969, após o grande vazamento de óleo em Santa Bárbara, na Califórnia, o senador Gaylord Anton Nelson propôs a realização de um ato que pudesse alertar a população sobre os problemas que ameaçam o meio ambiente. Instigado, ele conseguiu formar uma equipe com 85 pessoas.

Em abril de 1970, o time reuniu 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Com protestos em universidades e pessoas se aglomerando em espaços públicos para debater sobre problemas que ameaçam o planeta, a campanha de conscientização se tornou viral.

De acordo com o site oficial do Dia Internacional da Terra: “Grupos que vinham lutando contra vazamentos de petróleo, fábricas e usinas de energia, esgoto, lixões tóxicos, pesticidas, estradas, a extinção da vida selvagem de repente perceberam que compartilhavam valores comuns.”.

Em entrevista ao EPA Jornal, Nelson afirmou que “foi nesse dia que os americanos deixaram claro que entendiam e estavam profundamente preocupados com a deterioração do meio ambiente e com a dissipação irracional de nossos recursos.”

Em 1995, o então presidente Bill Clinton presenteou Gaylord com a Medalha Presidencial da Liberdade. Ele foi nomeado fundador oficial do Dia da Terra.

Comemoração

O número de pessoas que participam do Dia da Terra cresceu ao longo dos anos. Em 1990, quando foi celebrado mundialmente, 200 milhões de pessoas de 141 países participaram do ato. Em 2010, por exemplo, 225 mil pessoas se reuniram no National Mall para participar de uma manifestação sobre mudanças climáticas.

Todos os anos, grandes corporações e ativistas ao redor do mundo criam projetos e campanhas que visam a proteção do planeta terra. De acordo com uma pesquisa realizada pelo ecoATM, 30% das pessoas entrevistadas plantam uma árvore para celebrar a data e 23% limpam parques locais. Entretanto, iniciativas como essa ainda não são adotadas ao redor do mundo.

Cheque especial

Um levantamento realizado pela Global Footprint Network revelou que a humanidade entrou no “cheque especial” em relação ao planeta terra. A pesquisa indica, por exemplo, que os seres humanos estão utilizando mais recursos naturais que a terra consegue repor. O desperdício também é um fator agravante.

– Por ano, produzimos 1,3 bilhão de toneladas de lixo no mundo.

– 54% do lixo produzido é destinado aos aterros sanitários. Apenas 24% é reciclado.

– 2,6 bilhões de toneladas de alimentos são consumidas por ano no mundo. Cerca de 1,3 bilhão de toneladas é perdida ou desperdiçada.

– 40% dos animais que habitam o planeta desapareceram desde 1970, ano em que o Dia da Terra foi celebrado pela primeira vez.

Diante deste cenário alarmante, a data é importante para que as pessoas reflitam sobre os problemas que ameaçam a natureza e executem ações que, embora pequenas, já são o suficiente para fazer um bem imenso no futuro.

A Silcon Ambiental, com seus serviços de Tratamento de Resíduos com Recuperação Fiscal, Incineração, Gerenciamento Global de Resíduos, Logística Reversa de Eletroeletronicos, Desenvase de Aerossóis, Tratamentos de Resíduos de Serviços de Saúde, Laboratório e Coprocessamento há mais de 20 anos desenvolve suas tecnologias para o melhor atendimento aos clientes, em prol de uma Terra melhor para todos. Consulte-nos e saiba como podemos ajudar a sua empresa!

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Link para a notícia:

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/dia-internacional-da-terra-entenda-como-surgiu-e-porque-devemos-refletir-sobre-o-futuro-do-planeta.phtml

Câmara Municipal aprova a proibição de canudos de plástico em São Paulo

Projeto de lei vai agora para a sanção ou veto do prefeito Bruno Covas. Texto prevê multa de até R$ 8 mil

A Câmara de São Paulo aprovou, em segunda votação, por 32 votos a 2 na noite desta quarta-feira (17), o projeto de lei que proíbe o fornecimento de canudos de plástico na cidade. O projeto de lei de autoria do vereador Reginaldo Tripoli (PV) segue para a sanção ou veto do prefeito Bruno Covas (PSDB).

Pelo texto, fica proibido no município de São Paulo o fornecimento de canudos de material plástico em hotéis, restaurantes, bares, padarias entre outros estabelecimentos comerciais. A lei também se aplica a clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.

Os estabelecimentos poderão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

Em caso de descumprimento, os estabelecimentos serão inicialmente advertidos. A segunda autuação prevê multa de R$ 1 mil, a terceira, multa no dobro do valor da primeira autuação, e assim sucessivamente até a sexta autuação, que estabelece multa no valor de R$ 8 mil, além do fechamento administrativo.

A proibição do uso de canudos plásticos não só no Brasil como também no mundo tem sido amplamente divulgadas aqui em nosso portal. Como uma empresa que tem entre seus valores a transparência, ética, qualidade, segurança, inovação e comprometimento com o meio ambiente, nós apoiamos soluções que não só diminuam o volume de resíduos, mas também preservem a natureza, o meio ambiente e todo ecossistema em prol de um planeta melhor para todos.

Projeto de lei proíbe o fornecimento de canudinhos de plásticos em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Integração

Link para a notícia:

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/04/17/camara-municipal-aprova-a-proibicao-de-canudos-de-plastico-em-sao-paulo.ghtml

5 passos para um gerenciamento de resíduos eficaz e em conformidade com as obrigações legais ambientais

Sustentabilidade, compliance e lucratividade com o MTR

Os pilares ambientais e sociais compõem com o pilar econômico o tripé da sustentabilidade, o qual (aproveitando a origem da palavra) dá sustentação a qualquer atividade produtiva.

Iniciativas de tratamento, reciclagem, reutilização, reaproveitamento e disposição para os diversos resíduos decorrentes das atividades de extração e transformação são imprescindíveis. A destinação ambientalmente correta e a consonância com as diretrizes de regularização ambiental são ações, não só de conformidade legal e respeito às pessoas e aos recursos naturais, como uma oportunidade de criar vínculos benéficos com outros ciclos produtivos e reduzir despesas fornecendo e adquirindo material não aproveitado, por baixo custo.

Por Deliberação Normativa COPAM, as empresas têm um novo compromisso: O Sistema Manifesto de Transporte de Resíduos – MTR, que vem estabelecer novos procedimentos para controle de movimentação e destinação de resíduos sólidos e rejeitos no estado de Minas Gerais.

Aqui estão 5 orientações para as empresas executarem um proficiente e adequado  gerenciamento de resíduos.

1º Passo: Conhecimento das legislações ambientais relacionadas aos resíduos sólidos industriais.

Conhecer, se inteirar, explorar e se comprometer com as principais legislações ambientais referentes aos resíduos sólidos e seus desdobramentos são de suma importância para que a integridade do meio ambiente, da empresa e da sociedade seja mantida. Além disso, conhecer as particularidades legais da geração, transporte e destinação dos resíduos inerentes aos processos industriais previne futuras adversidades.

Para isso, é recomendável investir em cursos, capacitações e realização de reuniões periódicas com a equipe a fim de uniformizar o conhecimento das atualizações das legislações em todos os âmbitos, sejam eles municipais, estaduais ou federais.

2° Passo: Planejamento e padronização dos processos de gerenciamento dos resíduos internamente.

O planejamento das ações em relação ao gerenciamento dos resíduos sólidos vai desde a geração até sua destinação final. Sendo assim, manter os processos de geração, armazenamento, tratamento e destinação documentados de forma a padronizá-los contribui para evitar inconformidades e processos inadequados que podem ser potenciais geradores de danos à sociedade e ao meio ambiente.

Outro ponto a ser considerado é a disponibilização de equipes integralmente dedicadas aos trâmites ambientais da empresa.

3° passo: Contratação de terceiros para realização de transporte e destinação final adequada de resíduos.

Contar com serviços terceirizados para cumprir as obrigações relacionadas ao transporte e destinação final dos resíduos pode ser uma alternativa muito eficaz para otimizar os processos da empresa. No entanto, vale salientar que as empresas devem verificar o histórico das prestadoras dos serviços, bem como a apresentação de Licença Ambiental e a procedência dos processos realizados, além de conhecer as indústrias que já contrataram esses terceiros.

4º Passo: Monitoramento e acompanhamento dos processos internos e externos de gerenciamento de resíduos.

Após a realização de um bom planejamento e contratação de empresas para a prestação de alguns serviços, é de notória importância que haja um acompanhamento de todas as atividades realizadas e o monitoramento dos padrões de geração, transporte e destinação a fim de agir com rapidez e precisão caso alguma inconformidade seja detectada.

5° Passo: Organização e padronização dos documentos necessários.

Com a nova Deliberação Normativa, COPAM N° 232, de 27 de fevereiro de 2019, que estabelece o Sistema Estadual de Manifesto de Transporte de Resíduos, será de suma importância que todos os documentos previstos na legislação estejam preenchidos corretamente e em posse dos transportadores.

Além disso, a padronização e a formalização dos documentos auxiliam em uma boa gestão e em um gerenciamento efetivo.

O Sistema FIEMG realiza 12 workshops sobre o lançamento do novo Sistema MTR por várias cidades de Minas Gerais, no mês de abril.

Acesse a agenda e faça já sua inscrição na cidade mais perto de você.

Vagas limitadas!

O Gerenciamento Global de Resíduos, uma das soluções existentes na Silcon Ambiental,  consiste em um conjunto de ações estrategicamente desenvolvidas para atender geradores de resíduos, compreendendo todas as etapas desde a geração até o destino final, garantindo que os processos técnico-operacionais, legais e ambientais, atuem de forma sincronizada e eficaz, agregando soluções inovadoras, benefícios e ganhos econômicos e ambientais para os envolvidos. Consulte-nos e saiba mais.

Fonte https://www7.fiemg.com.br/Noticias/Detalhe/5-dicas-para-um-gerenciamento-de-residuos-eficaz-e-em-conformidade-com-as-obrigacoes-legai

É definitivo: Europa confirma a proibição do plástico descartável a partir de 2021

Pratos, talheres, canudos e cotonetes serão proibidos a partir de 2021. O Parlamento aprovou definitivamente a nova lei que proíbe a utilização de artigos de plástico descartáveis.

A diretiva foi aprovada com 560 votos a favor, 35 contra e 28 abstenções.

O acordo reforça igualmente a aplicação do princípio do “quem polui, paga”, introduzindo uma responsabilidade alargada aos produtores. Este novo regime aplicar-se-á, por exemplo, aos filtros de cigarro dispersos no ambiente e às artes de pesca perdidas no mar, para garantir que os produtores suportem os custos da recolha.

“Esta legislação reduzirá os danos ambientais em 22 bilhões de euros, o custo estimado da poluição por plásticos na Europa em até 2030. A Europa agora tem um modelo legislativo para defender e promover internacionalmente, dada a natureza global do problema da poluição marinha causada pelo plástico. Isto é essencial para o planeta”, afirmou a relatora Frédérique Ries (ALDE, BE).

As novas regras também estipulam que a rotulagem de informações sobre o impacto ambiental da dispersão de cigarros com filtros plásticos na rua será obrigatória.

Isso também deve se aplicar a outros produtos, como copos de plástico, lenços umedecidos e absorventes higiênicos.

A lista de produtos proibidos na UE a partir de 2021:

Objetos de cozinha feitos de plástico descartáveis ​​(garfos, facas, colheres e pauzinhos para mexer café)
Pratos de plástico descartáveis
Canudos de plástico
Cotonetes de plástico
Bastões de plástico para balões
Plásticos oxi-degradáveis, recipientes para alimentos e copos de poliestireno expandido.

Há pouco mais de um mês, nós publicamos uma informação sobre os primeiros passos que o Brasil está dando para banir os canudos plásticos (veja a matéria aqui http://www.silcon.com.br/noticia/tchau-isopor-canudo-e-sacos-plasticos). Trata-se de uma importante medida para redução não só de resíduos, mas também dos danos ambientais causados. Entre em contato com a Silcon Ambiental e conheça todas as soluções existentes não só para aumentar os benefícios de sua empresa, mas também para tornar o planeta um lugar melhor para todos!

Fonte https://www.greenme.com.br/informar-se/lixo-e-reciclagem/7778-europa-confirma-proibicao-do-plastico-descartavel-2021

Toxicidade de resíduos da indústria do alumínio

Pesquisa comprova impactos biológicos do SPL, resíduo sólido produzido pela indústria do alumínio

Os impactos causados pelo descarte inadequado de resíduos sólidos têm sido uma grande preocupação ambiental nas últimas décadas. Na indústria do alumínio, um dos resíduos gerados é o SPL, sigla em inglês para Spent Pot Lining, ou Revestimento Gasto das Cubas.

O resíduo é estudado pela pesquisadora Larissa Fonseca Andrade Vieira, do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Lavras (UFLA). “As cubas usadas para eletrólise da bauxita têm que ser revestidas, para gerar o potencial necessário no processo. O SPL é o revestimento dessas cubas de redução da alumina e da bauxita que já foram gastos”, explica a professora. Ao demolir essas cubas, é formado e descartado o SPL.

Efeitos Tóxicos do SPL

Larissa Vieira é coordenadora de uma pesquisa sobre os efeitos biológicos provocados pelo SPL. O grupo trabalha com modelos vegetais para poder verificar o potencial efeito tóxico de elementos que são lançados no ambiente. Alguns dos vegetais usados nos estudos são cebola, alface, cevada e milho.

Área onde ocorria lixiviação do SPL

Foram feitos estudos em relação ao desenvolvimento inicial desses modelos vegetais, sobre a germinação e o crescimento. Depois, foram conduzidos ensaios observando alterações no ciclo celular, sobre o risco de fragmentação de DNA. “Já é um modelo muito organizado para esse fim. No inicio a gente trabalhava com um bulbo de cebola. Simulava a lixiviação do SPL, que foi o que tinha sido observado no ambiente. Colocava esse bulbo em contato com diferentes concentrações do lixiviado”, conta Vieira. Também foram feitos estudos com o peixe Zebrafish.

Com os modelos vegetais, o SPL em concentrações altas, próximas de 100 g/L, inibiu completamente a geminação. Em concentrações mais baixas, de 10 a 80 g/L, à medida em que a concentração era aumentada, o crescimento da planta diminuía.

Em todos os testes realizados, o lixiviado do SPL causou alterações e danos na molécula de DNA. Utilizando doses baixas do composto, os pesquisadores identificaram fragmentação do DNA, que pode ser herdada entre as gerações celulares e comprometer as células. As anormalidades no ciclo celular também foram encontradas em testes realizados com sangue humano.

SPL na Indústria

“O alerta do nosso trabalho foi mostrar que esse tipo de resíduo não pode ser jogado no ambiente”, diz Vieira. Indústrias passaram, com as evidências apresentadas pelos pesquisadores, a tomar providencias. “A gente já não encontra mais esse tipo de situação. De 15 anos pra cá, já existem depósitos controlados para o SPL”, afirma.

Segundo a pesquisadora, existem muitos estudos em desenvolvimento sobre a utilização desse resíduo como matéria prima em outros processos, como na fabricação de cimento. Estima-se que cerca de 1 milhão de toneladas de SPL são produzidas anualmente no mundo. “Como é gerado muito, fica complicado até mesmo colocar em um depósito esse material. É preciso achar uma solução, um uso para esse resíduo”, reflete Vieira.

A Silcon Ambiental é uma empresa especializada no tratamento de resíduos industriais, eletrônicos, hospitalares, e que, há 25 anos desenvolve suas tecnologias para o melhor atendimento aos clientes. A empresa atua na busca pelo aprimoramento do atendimento de seus clientes e tem entre suas prioridades o compromisso com a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas, com o atendimento integral à legislação e demais normas ambientais, da prevenção da poluição e da melhoria contínua de seu Sistema de Gestão Ambiental, tendo como objetivos ambientais a redução do consumo de energia elétrica, do consumo de água e do volume de resíduos.

 

 

Fonte http://minasfazciencia.com.br/2019/03/15/16219/

Aplicativo criado por brasileira evita desperdício de remédios em casa

Disponível na Play Store, o mediList também ajuda pacientes a se medicarem corretamente

No Brasil, o desperdício na área farmacêutica é de cerca de R$13 bilhões ao ano

Laurelena Palhano, de 40 anos, é responsável pela criação do aplicativo mediList (disponível para Android), que serve para auxiliar na organização do estoque e no consumo de remédios.

Doutora em Engenharia de Produção pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ela teve a ideia quando, ao precisar medicar a filha com urgência, encontrou uma dezena de medicamentos fora do prazo de validade em casa.

Assim como 95% dos brasileiros, Palhano e o marido mantinham o hábito de fazer compras mensais em farmácias para formar um estoque caseiro, mas acabavam desperdiçando os remédios quando perdiam o prazo de validade.

Ela então pesquisou ferramentas que pudessem auxiliar no controle dos remédios que tinha em casa e, notando a ausência de soluções, desenvolveu o mediList. A tecnologia, indicada para organizar medicações em ambientes domésticos, permite também armazenar prontuários médicos, buscar remédios cadastrados por meio de código de barras e adicionar lembretes para acompanhar tratamentos.

No Brasil, falta uma cultura de descarte de medicamentos: nem sempre os remédios vão para o lixo da melhor maneira e muitas pessoas aderem o hábito de criar estoques em casa, deixando os fármacos de lado com o passar do tempo — o que pode resultar em vencimentos e desperdícios.

Segundo o Conselho Federal de Farmácias, o país é o sexto maior consumidor de remédios em todo o mundo. O desperdício na área é de cerca de R$ 13 bilhões ao ano. E o consumo é grande: estima-se que os gastos com medicamentos fiquem entre US$ 38 bilhões e US$ 42 bilhões em 2022 no Brasil.

O ciclo de acúmulo e descarte é vicioso e tem consequências desastrosas para o meio ambiente, principalmente porque as cartelas e frascos também podem estar contaminados.

Muitos animais selvagens sofrem impactos causados pela contaminação devido ao descarte inadequado de remédios, como os peixes ganhando características femininas pelos hormônios sintéticos usados em pílulas anticoncepcionais; abutres sendo praticamente dizimados por anti-inflamatórios dados ao gado; e rãs hermafroditas encontradas em lagoas urbanas contaminadas pelo esgoto, por exemplo.

O descarte de medicamentos por perda de tempo hábil para consumo gera um grande impacto ambiental, principalmente no caso de antibióticos, que são altamente tóxicos à natureza. Para se ter um estudo realizado em terrenos e águas próximas a fábricas da Índia, onde grande parte dos antibióticos do mundo é produzida, concluiu que nessas áreas há altos níveis de poluentes farmacêuticos.

“Muitas empresas farmacêuticas europeias têm fábricas em países em desenvolvimento, que permitem que elas prosperem com uso de mão de obra barata e regulações ambientais fracas”, relatou em entrevista ao jornal The Telegraph Adela Maghear, porta-voz de políticas da organização internacional Healthcare Without Harm Europe.

Em 2010, o governo brasileiro instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS): segundo a Lei 12.305/2010, cuidar do problema cabe aos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos e, claro, aos cidadãos.

A Silcon é uma das empresas com maior tradição no país em tratamento de resíduos hospitalares e possui os equipamentos de autoclavagem, desenvolvidos inteiramente pela empresa e utilizados para tratamento dos resíduos de serviços de saúde, classificados no Grupo A da Resolução CONAMA 358/2005, que garantem a total inativação dos micro-organismos presentes nos resíduos por meio de uma rápida e homogênea elevação na temperatura da câmara.

 São considerados Resíduos Líquidos Hospitalares: produtos farmacêuticos, substâncias químicas, desinfetantes e reagentes, além de sangue; fezes; urina; líquidos serosos, que carregam consigo uma grande porcentagem de cargas de microrganismos. Para reduzir os riscos de ocorrência de infecção hospitalar, nós criamos o SILCONTROL, que é responsável por uma série de ações voltadas à prevenção e ao controle das infecções hospitalares, que sem dúvida, influencia na redução dos índices de morbidade e mortalidade dos pacientes/clientes e na redução dos custos do hospital.

Foto: Freestocks.org / Unsplash

Fonte https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/03/aplicativo-criado-por-brasileira-evita-desperdicio-de-remedios-em-casa.html

ONU adota resoluções sobre economia circular e produção sustentável

Após cinco dias de diálogos na Quarta Assembleia da ONU para o Meio Ambiente, em Nairóbi, no Quênia, ministros de mais de 170 países adotaram um plano que pede a aceleração da mudança para modelos sustentáveis de desenvolvimento. Documento afirma que é necessário usar ciência e inovação para tornar o uso de recursos naturais mais eficiente, reduzir o uso de plástico descartável e promover economias de baixo carbono.

Uma das decisões reconhece que uma economia global mais circular — na qual os bens podem ser reutilizados ou reaproveitados e mantidos em circulação pelo maior tempo possível — pode contribuir significativamente para mudar os atuais paradigmas de crescimento.

Em outro aspecto, pesquisas revelam que, mesmo se o mundo cortasse as emissões de gases do efeito estufa conforme o previsto pelo Acordo de Paris, as temperaturas do inverno no Ártico subiriam de 3 a 5°C até 2050 e de 5 a 9°C até 2080. O aquecimento devastaria a região e desencadearia o aumento do nível do mar em todo o mundo.

“Nosso planeta atingiu os seus limites e precisamos agir agora. Estamos muito satisfeitos com o fato de que o mundo tenha respondido, aqui em Nairóbi, com compromissos firmes para construir um futuro em que a sustentabilidade seja o objetivo final em tudo o que fizermos”, afirmou Joyce Msuya, diretora-executiva interina da ONU Meio Ambiente.

Acesse as resoluções adotadas na Quarta Assembleia Ambiental da ONU  clicando aqui.

A busca por um mundo mais sustentável está no DNA da Silcon. Mas do que nosso slogan, este princípio norteia nossos serviços, nossa visão e nossos valores.  Silcon, investindo no presente, cuidamos do futuro. Acesse o site www.silcon.com.br e saiba mais.

 

Fonte https://www.reciclasampa.com.br/