VOCÊ SABIA…

Que a cidade de São Paulo conta com dezenas de postos para a coleta e destinação de embalagens de aerossol?

Para conferir a lista destes locais acesse o site  www.ecycle.com.br

Além dos aerossóis, lá você encontra uma série de postos de reciclagem de diversos outros produtos, como eletrônicos, pilhas, baterias, brinquedos etc.

Saiba aonde descartar seus resíduos e contribua para uma sociedade mais sustentável!

A SILCON desenvolveu o único sistema do país para despressurização de aerossóis sem emissão de gases para atmosfera e com possibilidade de revalorização de 100% dos componentes!

Conheça nossos diferenciais www.silcon.com.br

A vez da logística reversa de medicamentos

Dentre os produtos alvo da logística reversa mencionados na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), os medicamentos merecem uma atenção especial. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, estima-se que o volume de resíduos domiciliares de medicamentos no Brasil seja algo entre 4,1 mil e 13,8 mil toneladas por ano, sendo o sexto país do mundo em vendas de medicamentos, podendo, até o ano de 2022, alcançar a quinta colocação.

Diante dos riscos envolvidos e dos cuidados diferenciados que esses materiais exigem – os resíduos de medicamentos são classificados como perigosos, devendo ser enviados para aterros específicos – a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou, em 1999, orientações para sua destinação final, incorporadas às normas internas de vários países, principalmente dos países europeus. O Brasil conta com normas da Anvisa, do Conama e da ABNT, que definem boas práticas em gerenciamento de resíduos de medicamentos e dos resíduos de serviços de saúde. Porém, a legislação ainda não prevê uma ferramenta abrangente e eficaz para destinação de medicamentos de uso domiciliar.

Nesse cenário, visando encontrar um denominador comum que tornasse possível a implantação da logística de medicamentos e, buscando colocar um ponto final na discussão, o governo federal publicou a minuta de decreto que regulamentará a logística reversa de medicamentos em todo território nacional. A minuta passou por fase de consulta pública e recebimento de contribuições, que se encerrou em 18 de janeiro de 2019.

Em linhas gerais, de acordo com o texto do novo decreto, ainda não publicado, os consumidores serão responsáveis pelo descarte adequado dos medicamentos; os comerciantes, representados pelas farmácias e drogarias, deverão disponibilizar os recipientes coletores para descarte dos resíduos pelos consumidores; os distribuidores deverão realizar a coleta dos recipientes contendo os resíduos e transportá-los dos pontos de armazenamento primários aos pontos de armazenamento secundários, cabendo aos fabricantes promover, por meio próprio ou por terceiros, o transporte dos resíduos desde os pontos de armazenamento secundários e o custeio associado à destinação ambientalmente adequada, observada a legislação vigente sobre o tema.

Na prática, a implantação do sistema de logística reversa apresenta uma série de obstáculos, tais como a articulação de interesses diversos, a divisão de responsabilidades e custos entre os atores envolvidos na cadeia de consumo, a necessidade de mobilização ampla dos consumidores para participação no sistema, a falta de estrutura adequada e de soluções economicamente viáveis para destinação dos resíduos no país. Apesar das dificuldades, a logística reversa deixou de ser uma tendência sustentável para ser tornar uma realidade e, mais do que isso, uma exigência legal que pode redundar em responsabilização tanto para o consumidor final, quanto para o setor empresarial.

Na Silcon você encontra soluções sob medida para o descarte responsável. Acesse o site www.silcon.com.br ou entre em contato com nossa equipe comercial.

Foto: Srdjan Zivulovic/REUTERS 

Fonte https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/a-vez-da-logistica-reversa-de-medicamentos/

Tchau! Isopor, canudo e sacos plásticos

A exemplo do que já ocorre em Nova York, o Brasil dá seus primeiros passos para banir produtos como canudos plásticos. No ano passado, o Rio de Janeiro proibiu o uso de canudos em estabelecimentos e, desde 2007, tem sido estimulado o uso de ecobags para diminuir o descarte de sacolas plásticas. A substituição desse tipo de material é possível e ajuda o meio ambiente.

Na metrópole americana, começou a valer no dia 1º de janeiro deste ano a decisão de junho do ano passado de banir o uso de isopor. O material terá de ser substituído em lojas, lanchonetes e restaurantes

Ronaldo Stefanutti, professor de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Universidade Federal do Ceará (UFC), explica que os principais problemas do isopor são o grande espaço que ele ocupa em aterros sanitários e a dificuldade de reciclagem do material, não por falta de tecnologia, mas pelo pouco valor econômico, que não chama atenção das indústrias. Quando descartado no mar, o produto absorve poluentes e pode ser engolido por animais.

Porém, o principal vilão é mesmo o plástico, que correspondente a cerca de 20% do volume total de resíduos produzidos. O uso do plástico vai além da questão ambiental – ele também é prejudicial para a saúde das pessoas, principalmente no que diz respeito às embalagens de alimentos. O material solta microplásticos que acabam ingeridos acidentalmente junto com a comida.

DICAS PARA DIMINUIR A PRODUÇÃO DE LIXO

Ter no trabalho caneca, copo ou garrafa para não utilizar copos descartáveis. Quando possível, recusar sacolas plásticas. Preferir pratos de cerâmica ou vidro e talheres de alumínio. Evitar usar canudos. Comprar opções de bambu ou metal vendidas no mercado. Preferir o uso de ecobags na hora das compras. Quando pedir alimentos para viagem em restaurantes, levar recipientes reutilizáveis para evitar embalagens de isopor.

Pequenas atitudes tornam nosso planeta muito mais sustentável!

Na Silcon você encontra soluções sob medida para o descarte responsável. Acesse o site www.silcon.com.br ou entre em contato como nossa equipe comercial.

Fonte https://www.opovo.com.br/jornal/dom/2019/01/tchau-isopor-canudo-e-sacos-plasticos.html

SILCON NA SEMANA #LixoZero

O Lixo é um grande problema! E esse problema é de todos nós, até porque, partes dele como o plástico, o vidro, o papel e os resíduos orgânicos podem ser uma grande riqueza. Porém, existem também os resíduos perigosos, que exigem maior cuidado – mas o que fazer com eles? Qual o papel do poder público e qual o nosso como cidadãos? Quais são as tecnologias de tratamento disponíveis?

A Semana Lixo Zero foi criada para discutir essa questão e o conceito do #LixoZero em diversos segmentos da sociedade. Porque na escola o lixo é diferente do gerado no hospital, que é diferente na indústria, que é diferente da construção civil e assim por diante.

Em São Paulo, a SLZ 2018 foi realizada pelo Instituto Lixo Zero, a ABRAPS, e a Casa Causa. Mais de 50 cidades do país realizaram ações semelhantes com eventos e atividades gratuitas promovidas por voluntários.

Diversas atividades integraram a Programação da Semana Lixo Zero, que aconteceu de 19 a 28 de outubro; entre elas ocorreu, com apoio da Silcon Ambiental, uma visita técnica a sua Plataforma de Tratamento de Resíduos – PTR em Mauá/SP, realizada em parceria com a GLH Assessoria e Consultoria Ambiental. Na PTR o grupo foi recebido pelo Consultor Odair Segantini e o Gestor da PTR Johnny Alves, que apresentou aos visitantes as tecnologias e operações instaladas na plataforma, passando aos profissionais, de diversas formações, informações sobre os equipamentos e tratamentos. Os visitantes aproveitaram para esclarecer dúvidas, compartilhar conhecimentos e declarar o compromisso de disseminar as informações.

Este texto, ora adaptado, tem a colaboração de uma das visitantes a Jornalista Gabriela Moura que colheu alguns depoimentos voluntários, como segue, que ilustram a importância da iniciativa:

  • Bruna Leonardi, engenheira ambiental, disse que adorou a visita e que implantará dentro do hospital que trabalha.
  • Fabiana Iguin, engenheira ambiental, achou muito bacana o processo de tratamento e legal a oportunidade.
  • Júlio Cesar Zanzzini, professor e consultor ambiental, declarou que a visita teve um nível rico de conhecimento. Sugeriu que deveria ter mais vezes essas ações para que as pessoas possam entender todos os processos dos resíduos.
  • Victor Takahashi, engenheiro ambiental, contou que apesar de não ser especialista em resíduo de saúde, e ser a primeira vez que visita e observa esse tema, entende que ficou como lição de casa, a disposição de verificar matérias sobre o tratamento de resíduos, e anunciou que se for o caos irá apresentar mais perguntas aos técnicos da empresa.
  • Roseli, química que atua na fiscalização disse que conhece uma ponta do processo que é a geração dos resíduos e a gestão, mas não sabia o que acontecia na outra ponta. Vivenciar a experiência foi muito bacana.
  • Ana Maria Moreira, médica, atua há 10 anos na área de resíduos de saúde. Estudou recentemente a questão da saúde do trabalhador. Já visitou a Silcon anteriormente e disse que constata grande evolução desde a última visita em 2008, antes, era um sistema muito aberto. Agora, é tudo mais protegido, mais fechado. Gostou muito de ter voltado.
  • Débora Ito, química, criou grande expectativa, pois foi responsável técnica por resíduos químicos que eram destinados para a Silcon, e a oportunidade de conhecer o processo foi importante para melhor compreender os processos e suas nuances.
  • Carol, gestora ambiental em um hospital, considerou a visita muito importante, especialmente por ter entendido o impacto que pode ser gerado caso não ocorra a segregação correta. Agora diz ter mais argumentos para conscientizar seu público interno na boa segregação e destinação.
  • Neuzeti Santos, administradora hospitalar e consultora na área de resíduos de saúde há 13 anos, concluiu que foi importante participar da Programação da Semana Lixo Zero com a parceria da Silcon, para disseminar informações aos interessados e melhorar a conscientização dos responsáveis pela gestão de resíduos e como resultado a melhor segregação dos resíduos para que o tratamento ocorra de forma correta, minimizando impactos no meio ambiente e nos profissionais envolvidos.

SAIBA QUAIS SÃO OS CUIDADOS ESPECIAIS NECESSÁRIOS PARA QUANDO FOR DESCARTAR EMBALAGENS AEROSSÓIS

As latas de aerossol e os sprays já fazem parte do nosso cotidiano, sendo utilizadas para armazenar desodorantes, odorizadores de ambiente, alimentos, bombas de asma, tintas, inseticidas e muitos outros produtos. Tóxicos ou não, a maioria dos produtos contidos no interior dos aerossóis são considerados compostos orgânicos voláteis (VOCs).

Mas na hora do descarte, esse tipo especial de lata não recebe o tratamento adequado. Normalmente ela é descartada como lixo comum ou como metal reciclável.

Como funciona?

O aerossol consiste em um sistema que faz com que o conteúdo dentro da lata seja expelido na forma de uma “nuvem” de pequenas gotículas. Isso se dá pela grande pressão no interior da lata.

A pressão ocorre pela presença de outra substância, que também se encontra no interior da lata, conhecida como propelente. Normalmente, esse propelente é um gás no estado líquido que, no instante em que a válvula do aerossol é aberta, passa para o estado gasoso, expulsando o conteúdo da lata.

Risco de explosão

A desvantagem do uso desses propelentes é o fato de serem extremamente inflamáveis, alguns deles explodindo com temperaturas próximas a 50ºC. Por isso, o uso de aerossóis deve ser baseado em uma série de precauções.

De acordo com a British Aerossol Manufactureres’ Association (BAMA), os cuidados mais importantes são:

  • Manter as latas distantes de fontes de calor, inclusive do sol, e nunca as deixar no interior de carros. O aumento da temperatura faz com que a pressão interna da lata aumente, podendo levar à explosão;
  • Não furar a lata, já que, mesmo a lata estando vazia, a pressão interna ainda é muito grande, podendo ferir pessoas próximas. Além disso, a lata pode conter produtos como inseticidas em pequenas quantidades e causar intoxicações;
  • O conteúdo da lata geralmente é inflamável. Não use o aerossol em lugares onde há presença de fogo, como na cozinha e próximo de cigarros e velas;
  • Manter as latas de aerosóis sempre fora do alcance de crianças.

Fonte: https://www.ecycle.com.br/component/content/article/52-metal/161-lata-de-aerosol-e-reciclavel.html

A Silcon Ambiental tem soluções eficientes para o descarte de aerossóis. Quer saber mais? Entre em contato com nossa equipe comercial e veja como podemos ajudar.

CONHEÇA A CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

Sua empresa possui um PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

Os resíduos de serviço de saúde, foram divididos em grupos para melhor controle, portanto é importante antes de começar a criar o plano de gerenciamento saber quais são os resíduos que a unidade de saúde produz.

Conheça a classificação:

  • Grupo A: resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção.
  • Grupo B: resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente.
  • Grupo C: resíduos contaminados com radionuclídeos, provenientes de laboratório de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia.
  • Grupo D: resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
  • Grupo E: materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como agulhas e lâminas de vidro, contaminados ou não.

Uma coisa é certa. Não importa qual o tipo de resíduo produzido, a SILCON AMBIENTAL está preparada para auxiliar sua empresa no correto gerenciamento. Fale com a gente!

CAMPANHA DE IMUNIZAÇÃO 2018

No dia 14 de setembro de 2018, a Silcon Ambiental, em parceria com a Secretaria de Saúde da cidade de Mauá (UBS Vila Carlina), em uma ação de prevenção à saúde de seus colaboradores, realizou campanha de imunização de todos os funcionários da PTR Mauá.

 

A Silcon busca continuamente aprimorar sua Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho, tomando ações e implantando melhorias que contribuem para a garantia da saúde e segurança de seus colaboradores.

CONSIMARES REALIZA WORKSWHOP- TECNOLOGIAS E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

Marcelo Lacerda – Gerente de Operação Silcon 

O CONSIMARES (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos) realizou esta semana, no auditório da Prefeitura de Nova Odessa, o workshop “Tecnologias e gerenciamento de resíduos nos municípios do consórcio”. Na ocasião foram apresentados os resultados de um estudo sobre resíduos nas cidades que integram o consórcio e discutidas ações para ampliar os tratamentos orgânicos e a coleta seletiva, com as palestras do Ministério Público GAEMA – Piracicaba, da Empresa Humanizar, GAIA ambiental dentre outros.

O encontro teve como objetivo apresentar resultados de estudo feito pelo consórcio sobre a política de resíduos na região e também discutir ações para ampliar tratamentos orgânicos e coleta seletiva.

 

O PLANETA POR UMA NOVA PERSPECTIVA

A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre.

Inicialmente, o projeto terá como foco os ecossistemas de água doce, incluindo montanhas, florestas, pântanos, rios, aquíferos e lagos. Essas áreas representam 0,01% da água do mundo, mas são o habitat de quase 10% das espécies conhecidas – e as evidências sugerem uma rápida diminuição da sua biodiversidade.

O objetivo da cooperação é garantir que gestores tenham o conhecimento para fazer os melhores investimentos em serviços ambientais. “Estamos empolgados em permitir que todos os países tenham acesso igualitário às mais recentes tecnologias e informações em apoio à ação climática global e ao desenvolvimento sustentável”, afirmou Rebecca Moore, diretora do Google Earth, Earth Engine e Earth Outreach.

A preocupação com o meio ambiente está no DNA da SILCON. Focamos nossas ações nas melhores práticas ambientais e somos certificados ISO 9001 e ISO 14001.

Através de uma atuação presente na ABRELPE a Silcon sempre procurou contribuir para o desenvolvimento e ampliação do SIGOR – Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos, da CETESB, acreditando que através dos controles de rastreabilidade e acesso rápido a estáticas confiáveis sobre o tratamento e destinação de resíduos os setores publico e privados poderão garantir a aplicação da legislação e ampliação das boas práticas direcionando corretamente suas ações e investimentos.

 

Conheça mais sobre nossos serviços acessando www.silcon.com.br

LUGAR DE LIXO É NO LIXO

Segundo a última pesquisa Nacional de Saneamento Básico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são recolhidas no Brasil cerca de 180 mil toneladas diárias de resíduos sólidos. O rejeito é resultante de atividades de origem urbana, industrial, de serviços de saúde, rural, especial ou diferenciada. Esses materiais gerados nessas atividades são potencialmente matéria prima e/ou insumos para produção de novos produtos ou fonte de energia.

Mais da metade desses resíduos é jogado sem qualquer tratamento em lixões a céu aberto. Com isso, o prejuízo econômico passa dos R$ 8 bilhões anuais. Atualmente, apenas 18% das cidades brasileiras contam com o serviço de coleta seletiva. Ao separar os resíduos, estão sendo dados os primeiros passos para sua destinação adequada. Com a separação é possível: reutilização; reciclagem; melhor valor agregado ao material a ser reciclado; melhores condições de trabalho aos catadores ou classificadores dos materiais recicláveis; compostagem; menor demanda da natureza; aumento do tempo de vida dos aterros sanitários e menor impacto ambiental quando da disposição final dos rejeitos.

A SILCON é uma das empresas operadoras signatárias do projeto de logística reversa que esta tornando realidade a aplicação da PNRS 12.305/10 e a reciclagem das embalagens que hoje vão para os aterros sanitários. Além de contribuir nas discussões e planejamento a Silcon irá oferecer solução para reciclagem energética através da pirólise, de embalagens que não tem viabilidade para reciclagem mecânica.

Fale com nossa equipe comercial e veja como pode ajudar sua empresa.