Técnicos da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e Unifesp (da Universidade Federal de São Paulo) estiveram no porto de Paranaguá (PR) na última semana para conscientizar e esclarecer a comunidade portuária sobre os riscos e o controle de uma possível pandemia de Influenza Aviária, também conhecida como gripe aviária.Técnicos da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e Unifesp (da Universidade Federal de São Paulo) estiveram no porto de Paranaguá (PR) na última semana para conscientizar e esclarecer a comunidade portuária sobre os riscos e o controle de uma possível pandemia de Influenza Aviária, também conhecida como gripe aviária.
Apesar de o foco da gripe estar nos países asiáticos, de onde se originam a maior parte da tripulação das embarcações, existe a possibilidade de infecção da doença em virtude dos resíduos das embarcações, usualmente chamados de “consumo de bordo”.
“O lixo sanitário precisa ter um tratamento diferenciado e não pode entrar no País despreocupadamente. É preciso incentivar a conscientização e a sensibilização da comunidade portuária. Faremos isso com detalhamentos técnicos e apontando as ações para evitar a pandemia e os prejuízos comerciais que ela pode causar”, afirmou o gerente de Meio Ambiente da Antaq, Marcos Maia Porto.
A médica sanitarista Vera Maria Galesi afirmou que o Plano de Contingência foi preparado para detectar precocemente a existência de casos e desencadear medidas pertinentes.
O Paraná está entre os maiores produtores de frango do Brasil e entre os três maiores exportadores do produto. O estado escoa 26% da produção nacional, com cerca de 900 mil toneladas de frango.
Dados do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócios do Ministério da Agricultura revelam que as carnes avícolas responderam por 8,58% da receita cambial obtida pelo agronegócio brasileiro em 2007.
Por Grupo Intermodal
