MENOS CO2 E O SEC XXIII CHEGARÁ
Inauguraram a VIII FIMAI – Feira Internacional do Meio Ambiente Industrial – o presidente da CETESB, Otávio Okano; o diretor – titular do DMA da FIESP, Nelson P. dos Reis; o presidente do Instituto Brasil PNUMA, Haroldo M. dos Santos; e o deputado por Minas Gerais, Ivo José.
A FIMAI, que aconteceu nos dias, 8,9 e 10 de novembro, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo, contou com 350 expositores entre stands brasileiros e estrangeiros. Os estrangeiros foram: França, Japão, Alemanha, Holanda, Suíça, Itália e Coréia, o que representa o respeito que países desenvolvidos têm pelo alto nível de tecnologia da indústria ambiental brasileira.
De certa forma, a VIII FIMAI coincidiu com o Fórum Internacional da Nairobi, no Quênia/África, onde se discute tudo a respeito dos assuntos: clima, efeitos das emissões de CO2, NOx ,…. e até duvidas, reafirmações ou discordâncias do Protocolo de Kyoto. Isso tudo demonstra o desejo de superações do Homem contra aqueles que espalham teses de catástrofes ou visões apocalípticas nas décadas finais deste século, quando, segundo eles, 80% da Humanidade terão desaparecido.
Mas, para derrubar essas teses e visões apocalípticas e registrar que o Planeta não terá o fim que esse tipo de terrorismo prega, a VIII FIMAI promoveu seminários, palestras e oficinas interativas, a fim de se provar que em se havendo vontade política, educação e apoio da sociedade, tudo não passará de suposições de quem não conhece as possibilidades de reverter o quadro.
Sobre essas possibilidades, um dos pontos altos da FIMAI foi o seminário que teve como tema debatido: LEGISLAÇÃO DE RESIDUOS SÓLIDOS, lei de autoria do deputado Estadual/SP, Arnaldo Jardim (eleito dep. Federal), onde define o que deve ser feito com os resíduos – todo um procedimento, desde a geração até o destino final dos lixos domésticos e hospitalares.
A LEGISLAÇÃO DE RESIDUOS SÓLIDOS é uma forma eficaz e responsável de se quebrar esta terrível armadilha, constituída pelo próprio Homem, haja vista as queimadas na Amazônia; os 93% de áreas devastadas de Mata Atlântica; a reprodução de favelas nos grandes centros urbanos; o lixo e o esgoto jogados em rios, córregos e represas; lixões; lençóis freáticos contaminados, além da falta de saneamento básico. Fora a isso, o mundo lança na atmosfera 10 trilhões de toneladas de CO2 por ano.
Este é o momento em que entra a indústria ambiental e transforma o resíduo ou lixo — tudo o que não se comercializa – em matéria-prima. E é isto o que faz a SILCON AMBIENTAL LTDA. em sua Plataforma de Tratamento em Juquiá/SP, onde, através do co-processamento, destrói resíduos industriais líquidos, sólidos e pastosos, sem deixar passivos ambientais, incorporando-os na indústria cimenteira como energia alternativa, em substituição aos combustíveis fósseis não-renováveis.
Esta revolução em prol da vida no Planeta – o co-processamento – é uma forma de se reduzirem às emissões de CO2 (gás responsável pelo efeito estufa) em até 50%, o que minimiza o aquecimento global.
Segundo previsões de cientistas, o aumento da temperatura da Terra, deverá ser de 3,5%, mas poderá chegar em até 2%, se Homem lançar mão das novas tecnologias da indústria ambiental, do co-processamento de resíduos que, para resumir torna-se uma míni-floresta, espécie de aspirador de gás carbônico, só que artificial. E assim, o séc. XXII chegará com certeza!!

